A partir de 1º de outubro de 2026, a Meta volta a cobrar as mensagens de serviço — cada resposta livre do seu bot ou dos seus atendentes, mesmo dentro da janela de 24 horas.
Cliente mandou mensagem? Abre a janela de atendimento — e ali dentro sua operação responde o quanto quiser, de graça.
Toda mensagem não-template passa a ser classificada como mensagem de serviço — e cobrada por mensagem entregue, dentro ou fora da janela de 24h.
Clientes com país de venda Brasil passam a criar WABAs faturadas em BRL.
A IA da Meta passa a ser cobrada por token: US$ 2,00 por 1M de tokens.
Toda mensagem enviada — inclusive dentro da janela de 24h — passa a ser paga.
WABA brasileira que não migrar para BRL para de entregar mensagens.
Não é por conversa, não é por janela: é por mensagem entregue. Um fluxo que manda saudação + menu + confirmação já são três cobranças.
Confirmação de pedido, atualização de entrega, lembrete de pagamento: se o template é utility, ele era grátis com a janela aberta. Isso acaba na mesma data.
Utility com janela aberta: custo zero. Estratégia comum: concentrar notificações logo após o contato do cliente.
Utility é cobrada sempre — dentro ou fora da janela. Volume tiers de utility/autenticação seguem valendo (desconto por escala).
A partir de 1º de agosto de 2026, mensagens do Meta Business Agent são medidas como LLM: você paga pelos tokens processados, não por mensagem.
Tarifa global única, em dólar, para qualquer mercado.
Interações simples ficam em 16–20¢; conversas complexas chegam a 40–50¢.
Cobra sempre — mesmo dentro da janela de 24h ou do free entry point de anúncios.
Tudo que o cliente envia para você segue sem custo. A cobrança é só na saída.
Conversa iniciada por Click to WhatsApp Ads ou botão do Facebook: 72 horas com entrega gratuita de qualquer mensagem.
Dentro do free entry point, o Meta Business Agent ainda cobra os tokens — a isenção é só da entrega.
Rate cards oficiais publicados por mercado, em 16 moedas (USD, BRL, EUR, INR…). O Brasil tem tabela própria em real.
Desconto por volume agregado no portfólio inteiro (todas as WABAs), zerando todo mês. Service fica de fora — sem desconto.
Sempre em 1º de jan, abr, jul ou out, com aviso mínimo de 1 mês para rate card e 6 meses para mudança de modelo.
Quem só vende API oficial não mostra o outro lado. A gente opera os dois mundos — aqui vai a conta completa, com os números que você marcou no simulador.
Toda conversa vira service: R$ 0,0350 por balão, sem desconto por volume.
Conexão direta: zero cobrança por mensagem. Mas sem selo, sem CTWA, sem SLA — e com risco de bloqueio.
Economiza R$ 5.600/mês: o pingue-pongue sai da conta; a oficial fica onde é insubstituível.
No LOAD, oficial e não-oficial convivem: mesmo contato, mesma fila, mesmo kanban. O atendente nem percebe o canal.
Canal não-oficial não tem SLA da Meta e pode cair. Por isso o crítico — notificação, OTP, campanha — fica na oficial.
nova precificação · API oficial 2026
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